sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Good bye...

Agora estou em Sydney, Australia. Como já havia escrito anteriormente, fico por aqui até abril (se tiver dinheiro pra isso), depois volto pro Timor Leste pra ficar até o final do ano.

Cheguei aqui na quarta-feira, dia 13/01, estou temporariamente na casa da Carla, uma amiga do Brasil, mas estou procurando uma casa pra morar, já que aqui não tem mais lugar, e também um trampo pra me sustentar.

Antes de vir pra cá, passei uma semana em Bali: baladas, praias, paisagens, templos hindús... foi realmente muito bom, mas o melhor foi ter reencontrado os amigos do Brasil: Helcio, Jones, Galego, Spinussi, Gerevine, Mantovani, Tania, Gabi e Volponis - Renato, Irene e Pedro -, o único que eu não conhecia era o Eri, mas muito gente fina também.

Agora, sinceramente...

Não tenho tido muito saco ultimamente pra atualizar o blog... tanto que não estou muito a fim de ficar contando os detalhes das viagens (e olha que tem muuuita coisa pra contar).

Por isso, acho que vou dar um tempo no blog...
Cansei mesmo.

Se me animar de novo mais pra frente, retomo.

Obrigado a quem acompanhou e principalmente aos que deixaram mensagens; me ajudou bastante a matar um pouco da saudade.

Abraços e até logo!
Sato

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Natal e Reveillon

Como foram as festas de final de ano de vocês?

O meu Natal foi melhor do que eu esperava, fui numa festa na casa de amigos e até que tinha bastante gente.

Agora o reveillon... eu não lembro! Fiquei completamente chapado!

Eu, o Guy e o Will compramos uma garrafa de Red Label, uma de José Cuervo e uma de Jim Bean e convidamos nossos amigos pra fazermos uma festa no Dive Center; marcamos pras 20h30. Por volta das 18h, nós três subimos pro Castaway pra tomar uma cerveja, logo mais apareceu a Marianne, depois o Simon (o dono do bar). Depois da primeira rodada, o Simon começou a liberar nossas bebidas e também a nossa janta. Aí fudeu... depois das primeiras cervejas, o Guy começou a pedir rodadas de Jack Daniels com Coca-Cola pra nós. Nossos convidados começaram a chegar, e a festa acabou sendo no Castaway e não no Dive Center, como tínhamos planejado. O Will então pegou nossa garrafa de tequila e a última coisa que me lembro é de ter tomado umas duas doses.

Acordei no dia seguinte no chão do meu quarto ainda bêbado.

Durante o dia fui encontrando as pessoas e aos poucos fui sabendo das loucuras que nós três tinhamos feito: eu e o Will fizemos uma luta-livre e rolamos no chão no meio do bar, tomei uma bronca do Simon porque apareci no bar sem camiseta, Guy está com o olho roxo porque levou um soco do Will, Will está com dor na costela e não sabe porquê (deve ter sido da luta-livre ou então o Guy revidou o soco), eu e o Will a certa hora dormimos no chão da cozinha de casa, Guy conseguiu convencer o pessoal do bar a liberar doses de Johnnie Walker Blue Label (eu disse BLUE LABEL, caralho!), foi até o meu quarto me acordar e me dar uma dose, mas parece que eu não acreditei que era Blue Label de verdade. A porta do nosso banheiro amanheceu quebrada e ninguem sabe como foi que aconteceu.

Pelo jeito eu devo ter me divertido bastante, só fiquei com algumas frustrações:
1. não lembrar como foi a hora da virada do ano e a festa posterior.
2. não lembrar do gosto e nem do cheiro do Blue Label.
3. não ter a menor idéia do que aconteceu com as nossas garrafas de Red Label e Jim Beam (o Will e o Guy também não lembram).


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Hoje vou pegar o avião pra Bali, na Indonésia, e vou encontrar o grupo da Scafo que foi passar o Reveillon em Wakatobi; fico lá uma semana.
Aqui no Timor, a grande maioria das pessoas conhece Bali, tem gente que vai pra lá só passar o final de semana e volta. Dizem que o lugar é maravilhoso, tem belas praias, bom lugar pra fazer compras, baladas, (McDonald's, U-HUU!!)... mas melhor do que conhecer um lugar novo vai ser rever amigos do Brasil!


segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

Estou entediado, mas... BOAS FESTAS!

A maioria dos meus amigos já foi embora do Timor Leste ou então foi passar as festas de final de ano em seus países de origem ou em lugares mais turísticos, tipo Indonésia, Índia, Tailândia, etc. Poucos restaram em Dili.

Por isso, e também porque agora começou a época de chuvas e tem chovido quase todos os dias, o movimento no Dive Center já caiu bastante.

Hoje estou morando com três ingleses: Marianne, Guy (instrutor) e Will (novo DM Trainee). Os dois últimos são gente boa, mas não tenho com eles a mesma amizade que eu tinha com o Gian e com o Gab.

O fraco movimento do Dive Center + escassez de amigos + chuva = tenho passado a maior parte do tempo no meu quarto, dormindo, na internet, ou jogando xadrez no computador.
Estou morrendo de tédio! Não pensei que passar o final de ano aqui em Dili iria ser tão sem graça.

A boa notícia é que em janeiro eu vou pra Austrália! Não vejo a hora!! Não sei quanto tempo vou ficar por lá, vai depender do que for acontecendo. Devo ficar pelo menos um mês e no máximo três (por causa de visto), dependendo se conseguir arrumar algum bico ou não. Claro que eu tenho a intenção de fazer uns mergulhos na Grande Barreira de Corais, mas não sei se vou ter dinheiro pra isso. Em abril, com o fim da época das chuvas no Timor Leste, volto pra cá.

A minha preocupação agora é que vou ter que mudar (temporariamente) o nome do blog (rs)... aceito sugestões!



Bom, acho que essa deve ser minha última postagem do ano, então me despeço desejando boas festas pra vocês! (Pra todas as quase três pessoas que lêem esse blog!)



E QUE 2010 SEJA O MELHOR ANOS DE NOSSAS VIDAS ATÉ HOJE!
(de preferência com o Corinthians Campeão da Libertadores e Bi-Campeão Mundial)




PS: descobri que "bico" em Portugal significa "boquete". Não é isso que estarei procurando na Australia!
PS2: falando em Portugal, os portugueses estão meio assustados com o grupo da Copa do Mundo. Vai ser legal assistir a Copa aqui em Dili.
PS3: que saudade que está me dando do PS3 (o Playstation 3)!!
PS4: minha máquina fotográfica deu pau, por isso, no more photos pelo menos por enquanto!

sábado, 12 de dezembro de 2009

Causos

Algumas histórinhas do meu dia a dia em Dili...


Satu number one:
As línguas oficiais do Timor Leste são o Português e o Tétum (língua local), mas, devido à época da ocupação da Indonésia (de 1975 à 1999), a maioria da população fala Tétum e Bahasa Indonésio e não fala quase nada de Português. A primeira palavra que aprendi a falar em Bahasa foi o número um: SATU! Imagina só, eu me apresentava pras pessoas: "Hi, I'm Sato, nice to meet you!", e alguns respondiam: "Satu?! Number one?! That's a cool name!"; outros respondiam: "Nice to meet you, I'm Dua" (número dois em Bahasa!).
Podia ser pior; tenho um amigo português chamado Vasco, que, quando foi pro Brasil, ao se apresentar pras pessoas, respondiam pra ele: "Prazer, meu nome é Flamengo.".

O barco fujão:
Certo dia, depois de um dia de trabalho punk (dei aula até as 10 da noite), tomei meu banho e fui pro meu quarto. Três minutos depois, batem na minha porta: "Sato, fudeu! Acabamos de saber que barco está a deriva. Precisamos fazer alguma coisa". Pensei: "Porra, que merda, não podia pelo menos ter sido antes do meu banho?! Vou ter que lavar o cabelo de novo?!".
Eu e o Gian fomos até o local onde o barco fica apoitado e ele simplesmente não estava lá. Já tinha derivado tanto que nem dava mais pra ver; os "seguranças" (os caras que são pagos pra tomar conta do barco!) apontaram uma direção e falaram: "Ele foi pra lá."; enquanto alguns foram tentar entrar em contato com a Marianne (a manager do Dive Center) e o Bevan (responsável pelo barco) eu e o holandês entramos na água de máscara, nadadeiras e lanternas pra tentar chegar no barco. Depois de nadarmos um pouco, o avistamos e fomos atrás dele. Quando chegamos lá, descobrimos o que tinha acontecido: a besta do Bevan tinha amarrado o barco na poita sem deixar sobra de cabo. A hora que a maré subiu, o barco levantou a poita, ficou sem apoio e começou a derivar. A poita ainda estava amarrada ao barco.
Eu e o holandês puxamos o barco por uns 300 metros de volta a praia só usando nossas nadadeiras. Só a hora que prendemos o barco de novo que o Bevan chegou com a chave do barco. Aí já nem precisava mais.

O melhor celular do mundo!:
Quem viu o celular Nokia N78 que eu comprei no Brasil, sabe que eu adoro ele. Além do básico dos celulares de hoje em dia (tipo câmera fotográfica e MP3 Player) tem ainda internet Wi-fi e GPS. Porém tinha uma função que eu não podia usar porque a legislação brasileira não permite: o transmissor de FM, que serve pra ouvir as músicas do celular no som do carro (ou de qualquer outro rádio), só colocando o rádio na mesma estação do transmissor do celular. Às vezes nós vamos mergulhar em locais um pouco longe de Dili (1h ~ 1h30 de carro) e como aqui não tem uma rádio que presta (pra se ter uma idéia, a primeira vez que sintonizei uma rádio aqui, estava tocando uma versão piorada de uma das músicas da Xuxa), comecei a procurar um jeito de habilitar essa função. Depois de horas na internet, descobri uma forma de hackear o software do celular. Tinha um risco de dar merda e deu um medo de dar um PT no celular, mas arrisquei e valeu a pena! Agora, sempre que alguém vai mergulhar comigo, vai ouvindo música da boa!

Goat killer:
No país inteiro e também aqui em Dili tem todo tipo de bicho atravessando a rua a toda hora: cachorro, galinha, vaca, porco e, principalmente cabra. Outro dia, na minha folga, peguei o carro e fui passear pela cidade. Atropelei um cabrito! Puuuutz...
Parei o carro e o cabrito pertencia a uma familia; primeiro um rapaz começou a falar: "Police! Police!", mas aí uma senhora, que deve ser a mãe dele começou a brigar com o rapaz, pelo jeito ela não queria ir a polícia. Depois uma mulher começou a gritar: "Fifty dollars! Fifty dollars!"; fingi que não estava entendendo e fiquei quieto; depois ela mudou: "Forty dollars! Forty dollars!"; continuei sem esboçar reação, aí ela começou a baixar de verdade: "Thirty dollars! ... Twenty dollars! ... Ten dollars!". Ah, beleza! Tirei dez dólares da carteira e dei pra mãe da família. A mulher do dinheiro então falou: "You can take the goat.". Respondi: "No thanks, the goat is yours!". No final eles pareceram bem felizes e satisfeitos, porque levaram dez dólares e ainda tinham a janta do dia.
Contei essa estória pra uma amiga minha irlandesa. Como Dili é um "ovo", na mesma noite já tinha um monte de gente me chamando de Goat Killer!



quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Institution Sato!

Dili não tem muito pra se fazer: não tem um cinema, não tem um shopping (estão construindo o primeiro agora). O que as pessoas fazem? Vão mergulhar!
Isso faz com que eu conheça muita gente aqui.

Toda quinta-feira tem uma baladinha chamada Motion; desde que eu cheguei, já se passaram 16 quintas-feiras e eu só não fui lá 2 vezes. Cada vez que eu vou pra lá, parece que eu conheço mais gente! Semana passada foi incrível, acho que eu conhecia pelo menos 30% das pessoas (contando com os timorenses, porque se contarmos só os gringos, eu conhecia mais da metade).

Eu não sou um cara metido, mas aconteceu uma coisa no domingo passado que fez eu ficar me achando: fui levar um pessoal pra fazer uns mergulhos de barco na ilha de Ataúro. Tinha uma australiana que eu nunca tinha visto na vida; começamos a conversar e ela me perguntou a quanto tempo eu estava no Timor Leste; respondi: "três meses"; ela olhou assustada pra minha cara e falou: "Só três meses??? Mas me disseram esses dias que você é quase uma instituição em Dili!!! Achei que você já estivesse aqui há anos!!"

Depois de uma dessas, tem como eu não ficar me sentindo "O Cara"?!

Bom, agora dá licença que hoje é quinta-feira e eu preciso me arrumar pra ir pra Motion!!


terça-feira, 24 de novembro de 2009

A lenda da ilha de Timor


Texto extraído do site www.turismotimorleste.com.

Um dia, um rapaz encontrou um jovem crocodilo a tentar atravessar a lagoa para entrar no mar. Estava muito fraco. O rapaz teve pena dele e levou-o nos seus braços até ao mar.
O crocodilo ficou-lhe muito grato e prometeu que se lembraria para sempre da sua bondade. Disse ao rapaz que se alguma vez quisesse viajar que deveria chegar-se à beira do mar e chamar por ele, que o ajudaria.
Algum tempo depois, o rapaz lembrou-se da promessa do crocodilo. Foi à beira do mar e chamou o crocodilo três vezes. O crocodilo disse ao rapaz que se sentasse nas suas costas e durante anos viajaram.
Embora o crocodilo e o rapaz fossem amigos, o crocodilo continuava a ser um crocodilo e sentiu uma vontade irresistível de comer o rapaz. Mas isto incomodava-o e decidiu pedir conselhos a outros animais. Perguntou à baleia, ao tigre, ao búfalo e a muitos outros animais, todos lhe disseram “O rapaz foi bom para ti, não o podes comer.” Acabou por ir visitar o macaco sábio. Depois de ouvir a história, o macaco praguejou e desapareceu.
O crocodilo sentiu-se envergonhado e decidiu não comer o rapaz. Em vez disso levou o rapaz nas suas costas, e juntos viajaram até o crocodilo ser velho. O crocodilo sentiu que nunca poderia retribuir a bondade do rapaz e disse-lhe, “Em breve morrerei e formarei uma terra para ti e para todos os teus descendentes”.
O crocodilo transformou-se na ilha de Timor que ainda hoje tem a forma de um crocodilo. O rapaz teve muitos descendentes que herdaram as suas qualidades de bondade, amizade e sentido de justiça. Hoje, o povo de Timor chama “Avô” ao crocodilo, e quando atravessam um rio gritam sempre, “Crocodilo, sou teu neto – não me comas!”



Foto tirada em frente ao Dive Center.
O imenso crocodilo tem uma estátua de Jesus Cristo na ponta do nariz.




terça-feira, 10 de novembro de 2009

Trip to Jaco Island!

Que trip! Que lugar! Que mergulhos!!

Eu e o Gian saímos do Dive Center às 9:30h da manhã do domingo, dia 01 de novembro com algumas roupas na mochila, uma caixa térmica com cervejas, águas, nosso equipamento de mergulho e mais 13 cilindros. Lindas paisagens, estradas com muitas curvas, buracos e crateras, vilarejos pitorescos e muita pobreza são algumas das coisas que encontramos pelo caminho.


Vista de One Dollar Beach



Uma família viajando à pé vista pelo retrovisor do carro e com a praia ao fundo


Menina tomando banho em um dos vilarejos


Paramos para almoçar em Baucau, a segunda maior cidade do Timor Leste, onde encontramos a Luisa, uma alemã amiga nossa que está morando lá. Depois do almoço ela nos levou até a praia.


Sato, Gian e Luisa em Baucau


Praia de Baucau. Tem coragem de entrar nesse mar??


Seguimos nossa viagem às 16:00hs e chegamos na praia que fica de frente pra ilha de Jaco, já a noite, por volta das 19:30hs. Encontramos outros amigos que estavam lá e nos hospedamos em um dos quartos do alojamento. Pagar US$25,00 por um quarto que só tem uma cama, em um lugar que não tem luz, nem água encanada é foda, mas... é o que temos (só pra esclarecer: o fato de só ter uma cama, não quer dizer que dormimos juntos, eu dormi no chão na primeira noite e ele dormiu na segunda).


O alojamento


Na manhã do dia seguinte, eu, o Gian e a Linda fomos para a vila dos pescadores para fazermos a travessia pra ilha; a ilha fica só a 200 metros de distancia da praia, a travessia demora 5 minutos e custa US$6,00 por cabeça.


Gian e Linda no nosso "transporte"



Travessia para a ilha de Jaco


Na praia da ilha nos equipamos e entramos alí mesmo: 50 metros de visibilidade, tubarões galha-branca de recife, tartarugas, raias, uma lagosta e peixe pra caralho!


Saindo do primeiro mergulho


Chamamos os pescadores de novo, voltamos pra ilha principal para fazermos o intervalo de superfície e trocarmos os cilindros. Para o segundo mergulho, pedimos para os pescadores nos levarem mais ao sul, pois a correnteza estava de sul p/ norte. Mais um mergulho fantástico na correnteza, sem esforço e com bastante vida.


Cardume de "batfishes" no segundo mergulho


Voltamos pro alojamento, almoçamos e passamos a tarde descansando e curtindo o local. O foda foi só tomar banho de caneca, mas ainda bem que pelo menos eu tinha levado um sabonete!

No dia seguinte o pessoal foi todo embora, ficamos só eu e o Gian e fomos pro nosso terceiro mergulho. Dessa vez, pedimos pro pescador nos levar pro outro lado da ilha; como ele teria que ficar por lá até o fim do mergulho, dessa vez ele nos cobrou US$12,00 e que pagamos até com muito gosto.


Depois do terceiro mergulho em Jaco


Afonso, o nosso "marinheiro"


De lá seguimos viagem, fomos para uma cidade chamada Com, onde fizemos o quarto mergulho da nossa trip. Passamos a noite num "guest house", uma casa de família local com quartos para alugar.

Na manhã seguinte, começamos a voltar pra Dili. Paramos mais uma vez em Baucau para reencontrarmos a Luisa. Ela é voluntária no hospital local e o Gian havia prometido doar sangue, pois o banco de sangue estava zerado. Eu queria doar também, mas como ainda iriamos fazer um mergulho no caminho de volta, achei melhor um de nós estar 100%. A Luisa nos mostrou todo o hospital, e a situação é bem triste. O país inteiro só tem dois hospitais para a população local, o de Dili e esse em Baucau.


Olha a cara do holandês doando sangue pela primeira vez na vida...


Menina com desnutrição no hospital de Baucau


Depois do hospital, almoçamos em Baucau mesmo, seguimos viagem e fizemos um último mergulho, dessa vez em One Tree, um ponto de mergulho já dentro da região que operamos, e é o preferido do Gian. Como seria o último mergulho dele no Timor Leste, achei justo deixar ele escolher.
Depois do mergulho, home sweet home!

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Essa viagem foi sensacional, mas acabou sendo especial também pelo aprendizado que tive; pude conhecer melhor o Timor Leste e suas belezas e um pouco da vida das pessoas que vivem nos vilarejos distantes da capital.